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13 de janeiro de 2011

Parte 1 – Os 10 maiores artistas da história da música

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Essa lista, da rollingstone.com, é a história essencial do rock’n'roll, dos homens, das mulheres, e bandas no centro da revolução, como dito por aqueles cujas vidas mudaram e que agora alteram a nossa.

Tudo começou em 2004, como parte das atividades que marcaram o aniversário de 50 anos do rock. Ao todo, foram eleitos os 100 nomes mais importantes. Como ficaria entediante, o Z resolveu fazer uma seleção com apenas os 10 melhores. Confira.

10. Ray Charles – por Van Morrison

“Ray Charles é a prova de que a melhor música atravessa fronteiras e atinge todas as denominações. Ele pode fazer qualquer tipo de música e, ao mesmo tempo, ser fiel a si mesmo.

É tudo sobre a sua alma. Como cantor, Ray Charles se expressa como ninguém. Ele não coloca o tempo em que você acha que vai ser, mas é sempre perfeita. Como um grande jazzman, ele sabe brincar com o tempo.”

9. Aretha Franklin – por Jerry Wexler

“Como produtor, eu quase sempre dirijo uma formulação e enunciação com o cantor, mas no caso de Aretha não havia nada que eu pudesse dizer à ela. Eu só não podia não ajudar, como ainda ficaria em seu caminho.

O gosto dela sempre foi impecável, nunca foi para o lugar errado. Isso não vem de sua formação gospel – nesses lugares os jovens treinam, ganham forma e cadência – já que o treino não forma um gênio. O gênio é quem ela é, tudo é filtrado através de sua consciência.”

8. Little Richard – por Little Richard

“Um monte de gente me chama de arquiteto do rock’n'roll. Eu não me chamo assim, mas eu acredito que seja verdade. Você tem que lembrar, eu já era conhecido em 1951.

Eu estava gravando para a RCA-Victor – se você fosse negro era chamado pela Camden Records – antes do Elvis. Aí, em 1956, fiz meu primeiro registro e foi um sucesso. ‘Tutti Frutti’ tocou no mundo inteiro. Senti que tinha chegado, sabe? Voltar naquela época onde o racismo era tão pesado, você nem podia dormir em motéis nas turnês.

Na maioria das vezes você tinha que dormir num carro. Eu tinha um Cadillac. Bom, agradeço ser escolhido um dos 50 melhores artistas.”

7. James Brown – por Rick Rubin

“Em certo sentido, James Brown é como Johnny Cash. Johnny é considerado um dos reis da música country, mas há um monte de gente que gosta de John e não gosta de música country. É o mesmo com James Brown e R&B. Sua música , a sensação e o tom dele são singulares. James Brown é o seu próprio gênero.

Ele foi um grande compositor, produtor e maestro. Ele sabia o que era importante. Tinha os melhores músicos de funk em sua banda. Independente do que se passou em sua vida pessoal, o seu legado é gigantesco. As coisas boas vêm de pessoas especiais como ele. Sua lenda se agiganta porque o ritmo de vida está lá dentro.”

6. Jimi Hendrix – por John Mayer

Jimi é um desses nomes extraordinários da música, onde todos o encontram em algum ponto. Se você é um fã do Black Sabbath, Elmore James, ou se você gosta de Hanson e Grateful Dead, pouco importa, ele é o denominador comum de todos os estilos da música contemporânea.

Ele era um bluesman? Basta pegar ‘Voodoo Chile’ e você vai ouvir um dos blues mais deslumbrantes. Ele era rock? Ele o usou como um dispositivo de volume. Isso é rock. Ele era um cantor/compositor sensível? Em ‘Bold As Love’ você pode tirar as suas conclusões. Muitas vezes ele é retratado como um astro de rock barulhento, iluminado por sua guitarra psicodélica em chamas.

Mas quando eu penso em Hendrix, eu imagino uma das guitarras mais serenas e sons encantadores como ‘One Rainy Wish’, ‘Little Wing’ e ‘Drifting’. Ele tinha um relacionamento secreto com a guitarra, e apesar de ter sido incrivelmente técnico e baseado na teoria, a teoria era sua.”

10 de janeiro de 2011

Keith Richards elege suas faixas favoritas

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Guitarrista dos Stones elege suas 14 faixas favoritas.

Ao ser convidado para fazer esse tipo de lista, as pessoas não querem coisas óbvias, querem saber realmente o que há por trás de cada escolha e influência do artista.

Sabemos quais são os grandes clássicos. Há milhares dessas listas por aí. E por isso, através da rollingstone.com, Keith Richards tentou pensar em coisas que simplesmente deslizaram em sua mente.

Esta lista é uma mistura, algumas das essências que sempre o atraíram. É uma lista que ele pode olhar com orgulho, por conter muita coisa, talvez o que há de melhor no rock, blues e no reggae. Confiram.

1. ‘Stagolee’ – Jesse Fuller, 1958

“Essa canção diz algo sobre o que eu realmente sinto. Há muita mistura de música dentro dela; ragtime, blues, folk e país. E ele é uma banda de um homem só.”

2.’When Did You Leave Heaven’ – Big Bill Broonzy, 1951

“Ele era o blues man norte-americano mais conhecido na Inglaterra nos anos 50. Há imagens dele cantando essa música em um bar na Bélgica ou algo assim. Veja.”

3. ‘It Hurts Me Too’ – Elmore James, 1957

“Brian Jones que me apresentou Elmore. Sua voz é tão atraente, e, aparentemente, tocar slide de forma tão fácil tenha sido algo incomum. O que me impressionou foi como Elmore James parecia um pouco com um professor da escola, muito respeitável.”

4. ‘Blues Hangover’ – Slim Harpo, 1960

“Este puro swampiness tinha que estar aqui, especialmente porque ele coloca toda a banda numa ressaca ao mesmo tempo.”

5. ‘Key to the Highway’ – Little Walter, 1958

“Este é o som puro. É a melhor versão dessa canção em todos os tempos.”

6. ‘Piece of My Heart’ – Erma Franklin, 1967

“Janis Joplin fez um bom trabalho ao fazer o cover dessa música. Erma é irmã de Aretha. Erma tem uma voz áspera, mais forte. Já a voz de Aretha era mais pura.”

7. ‘In a Dis Ya Time’ – The Itals, 1998

“The Itals são a tradição do reggae a harmonia. É o auge do reggae como pode parecer.”

8. ‘Innocent People Cry’ – Gregory Isaacs, 1974

“Isaacs tem escrito algumas canções incríveis. Levei meses para encontrar isto na Jamaica. Eu perguntava por “Chookie n Lookie” (refrão), mas todo mundo olhava sem entender nada. Até me dizerem: “Ah, você quer dizer ‘Inoccent People Cry’.” Como ela vinha com esse título?”

9. ‘Memphis, Tennessee’ – Chuck Berry, 1958

“Acho que ele está tocando tudo, exceto a bateria e um pouco de piano. Há algo sobre a maneira como as guitarras se entrosam juntas. Eu tenho que tirar o chapéu. Ele é o maior.”

10. ‘32-20′ – Robert Johnson, 1936

“Essa é sobre armas.”

11. ‘Back in the Same Old Bag’ – Bobby “Blue” Bland, 1966

“Uma grande performance da banda. Deus, Bobby soa tão forte sobre esse registro!”

12. ‘Are You Lonely for Me’ – Freddie Scott, 1966

“É um belo registro de soul. Os Stones nunca fizeram cover dessa faixa, talvez porque tenha nos assustado.”

13. ‘Still a Fool’ – Muddy Waters, 1951

“Sempre que eu penso em Muddy Waters, ‘Still a Fool’ é a primeira canção que vem à mente. A letra é muito forte.”

14. ‘Chained and Bound’ – Otis Redding, 1964

“Esta é uma beleza escondida. Otis foi um cara muito emotivo – um cara que se entregava muito, e que foi, por vezes, quase frágil. Ele era forte, mas obviamente, sensível, que é uma coisa muito difícil de retirar”

14 de dezembro de 2010

Novidades na Galeria Choque Cultural este mês

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A Choque Cultural está com várias novidades neste mês de dezembro. No último dia 11 de dezembro rolou uma conversa com o artista Felipe Lopez, que está em cartaz até o dia 23 com “Obra de Construção”. Focando em bairros tradicionais de São Paulo, especialmente a Mooca, o artista retrata as construções urbanas através de uma série inédita de colagens. Em sua arte, ele descontrói fotografias impressas em etiquetas adesivas. Felipe participou, este ano, no Paraty em Foco – Festival Internacional de Fotografia.

Outro nome que ganha destaque na Choque Cultural é Stephan Doitschinoff. Eleito o Artista Reveleção de 2009 pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Stephan participou a exposição “De dentro para fora/De fora para dentro”, no MASP, e agora apresenta a gravura “Céus Abertos” na Choque. A obra é uma caveira de ponta cabeça com a mandíbula virada em referência ao simbolismo estudado pelo artista. Foram feitos 100 exemplares produzidos em serigrafia para a mostra.

Além de Felipe Lopez e Stephan Doitschinoff, que estão em cartaz desde o dia 11 de dezembro, Samuel Casal vai lançar seu “Cordel From Hell” no dia 18 de dezembro, às 15h, na Choque. Conhecido por trabalhar como ilustrador, gravurista e quadrinista em diversos países como Brasil, Alemanha, Espanha, França, Bolívia e Chile, conquistou vários prêmios do HQMIX. Ao todo o artista produziu 14 gravuras, com 20 exemplares de cada, onde faz um tributo à literatura de cordel nordestino.

Vale lembrar que a Choque agregou a casa vizinha ao seu QG. A ideia é focar em projetos educativos, criar uma biblioteca especializada em livros de arte urbana e contemporânea, realizar workshops e conversas com artista e público, além de vender obras que custam menos de R$ 5 mil. Serviços

- Sábado, 18 de dezembro de 2010 @ Choque Cultural, às 15h Lançamento série “Cordel from Hell”, de Samuel Casal

- “Obra de Construção” por Felipe Lopez @ Choque Cultural De 4 a 23 de dezembro (a galeria reabre em 11 de janeiro de 2011)

Rua João Moura, 997 e 1001, Pinheiros, São Paulo Telefone: (11) 3061-4051 www.choquecultural.com.br galeria@choquecultural.com.br Terça-feira a sábado, das 12h às 19h Grátis Livre

17 de novembro de 2010

4a Mostra de Cinema Rock & Totem

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Entre os dias 19 e 25 de novembro, na Estação Ipanema, no Rio de Janeiro, há 4ª Mostra de Cinema Rock & Totem. Ao todo serão sete dias de muito som e imagem com diversos filmes e documentários sobre as melhores bandas de rock da história. Nomes como The Doors, Ramones e Deep Purple são alguns dos destaques desta edição. Para ver os filmes, basta doar um livro infantil e trocar pelo ingresso uma hora antes de cada sessão, que começa às 19h, na loja Totem de Ipanema.

Quem quiser conferir a programação completa da mostra, acesse o site www.totemnet.com.br/mostra2010/.

Vejam os destaques da edição 2010

- “When You’re Strange – A Film About The Doors”

Com Johnny Depp como narrador, esta uma obra prima do diretor Tom Dicílio. Ainda apresenta trechos do curta “HWY: An American Pastoral”, feito por Morrison, em 69, e nunca exibido anteriormente.

- “All Tomorrow’s Parties”

ATP tem sido um dos principais filmes em festivais londrinos. Que tal tomar uma cerva com Iggy Pop, Patti Smith, Sonic Youth, Porshead, Belle and Sebastian e muitos outros? Editado a partir das imagens enviadas pelos freqüentadores em super 8, celular e câmeras caseiras.

- “End Of The Century: The Story Of Ramones”

É um filme vibrante e fascinante sobre os inventores do punk rock. Vindos de Nova York, o quarteto lutou não somente contra a indústria fonográfica, mas contra os demônios que rodavam o grupo. A verdade absoluta sobre uma das bandas mais influentes da história do rock.

- “Deep Purple – History, Hits & Highlights”

Indicado para o verdadeiro fã, este documentário apresenta diversas imagens inéditas de arquivo, além de um som remasterizado consistente. Junto de Black Sabbath e Led Zeppelin, o Deep Purple foi uma das bandas que ajudaram no surgimento do heavy metal.

- “T.A.M.I. Show”

Por questões autorais, esta preciosidade permaneceu escondida até hoje. O programa de TV, realizado em 1964, juntou nomes iniciantes como Rolling Stones, Chuck Berry, Marvin Gaye, Miracles, James Brown, entre outros nomes importantes da música contemporânea.

4ª Mostra Cinema Rock & Totem

Entre 19 e 25 de novembro

Estação Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 605 – Ipanema, Rio de Janeiro

Ingresso gratuito em troca de um livro infantil na Totem de Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 547 loja F.)

9 de novembro de 2010

HQ dos Beatles a caminho

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Em novembro, a editora Conrad lança mais um livro em HQ que conta a história de uma banda de rock.

Dessa vez, os escolhidos foram os Beatles. A ideia é abordar toda a trajetória do grupo, comentando até mesmo a carreira solo de todos os integrantes.

Hervé Bourhis é o mesmo quadrinista que fez o “O Pequeno Livro do Rock”, outro material que conta tudosobre o rock’n'roll em quadrinhos.

O lançamento está programado para o dia 27 de novembro, às 13:30h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

29 de outubro de 2010

Lions promove festa de Dias De Los Muertos

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Cultura “chicana”, caveiras, santas, bikes, carros e bebidas numa junção do tradicional com o urbano para deixar pra trás a ideia de que dia dos mortos é uma data de tristeza.

No dia 1º de novembro, segundona véspera de feriado, o Lions Night Club irá realizar a sua primeira Festa de Dia de Los Muertos, em uma edição especial da Six Degrees.

Organizado por Carina Wonder, Larissa Marques, Luiz Gordo e Tibira, o evento será free para quem chegar de bike lowrider, vestido ou maquiado conforme a cultura “chicana”. Caveiras e pinhatas, chicanos gangueiros ou roqueiros também serão bem-vindos.

O rock, hip hop, reggaeton, bugaloo, mambo e cumbia, entre outros ritmos latinos, tomarão conta das pick-ups da casa noturna.

O DJ texano, Loop de Lxuk, aproveitando sua vinda ao Brasil, vai tocar ao lado de Marinho, que integrou as bandas Pavilhão 9 e Yo-Ho-Delic.

O jornalista Luis Pattoli será outro que irá assumir o posto de DJ na noite, com ritmos bem latinos. Depois, quem toma o comando do som será Pendejo, conhecido por realizar a festa Viva La Raza.

El Sr. Guacamole aka Tibira, fundador da Six Degrees, proprietário do Vegas, Lions, VOLT e Z Carniceria, também vai aplicar seu conhecimento de música latina e será rendido por Brazales, que vai mandar muito bugaloo e grooves na caixa.

O núcleo da Party Intima toca o seu indie rock na pista 3D do Lions.

A “festa de los muertos” surgiu a partir da celebração da morte e renascimento, algo bem tradicional em terras mexicanas, já que na mesma data, nos Estados Unidos, é comemorado o Dia das Bruxas.

De tão importante que é essa comemoração no México, se transformou em Patrimônio da Humanidade da UNESCO. Um dos objetivos da festa é trazer para a noite paulistana um pouco da cultura urbana latina e tudo que tenha referência no estilo “chicano”.

Obviamente, a música não pode ser deixada de lado, pois será o principal eixo da noite.

Six Degrees Festa de Dias De Los Muertos

Segunda, 1º de novembro, a partir das 23h59

DJs: Loop de Lxuk, Marinho, Luis Pattoli, Pendejo, El Sr. Guacamole aka Tibira, Brazales e clã Party Intima

Preços: Entrada – M $30, H $60

Lions Nightclub: Av. Brigadeiro Luiz Antonio 277, 1 andar

+info: www.lionsnightclub.com.br

18 de outubro de 2010

1a Mostra Online Outubro Independente

Arquivado em: Diversos — Tags:, , — admin @ 16:41

Desde sexta-feira, 15 de outubro, a Elo Company, empresa pioneira em mídias digitais e distribuição de conteúdo audiovisual, realiza na Galeria Olido a 1a Mostra Online Outubro Independente. Promovido pela Secretaria Municipal de Cultura, durante dois meses, o público poderá conferir gratuitamente 19 filmes como “Good Copy, Bad Copy”, documentário que retrata os direitos autorais, “Brega S/A”, documentário sobre a cena tecnobrega de Belém do Pará e “Favela No Ar”, uma produção que retrata o rap e sua consciência social na periferia das cidades, além de diversas atrações artísticas.

Quem quiser mais informações, acesse: www.elocinema.com.br

30 de setembro de 2010

Skatistas Old School em São Paulo

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Lendas do skate chegam ao Brasil para shows e exposição.

O skatista Mark Gonzales, nome consagrado do esporte, está no Brasil para a exposição de suas obras de arte. Desde o dia 29 de setembro até o dia 2 de outubro, as criações do americano estão em exibição no Cartel011. Todas as peças, com a exceção de um desenho, foram criadas após sua chegada ao país.

A arte de Gonzales é feita com tinta, latas de spray e canetões, de maneira totalmente free hand. Suas exposições já rodaram o mundo todo, passando principalmente pelos Estados Unidos e Europa.

Nascido em Los Angeles, Mark é skatista profissional desde a adolescência. Para ele, suas atividades artísticas se conectam diretamente com o seu estilo de vida.

E para aproveitar que as lendas do skate estão pisando em solo nacional, a cidade de São Paulo, mais precisamente o Espaço + Soma, irá receber as apresentações de outro pioneiro do esporte, Ray Barbee.

Considerado um dos skatistas mais influentes e respeitados da década de 80, o compositor e multi-instrumentista vai tocar por aqui nos dias 15 e 16 de outubro. Para acompanhá-lo, outro ícone do skate, Chuck Treece, líder do grupo McRad, um das primeiras bandas de skate-rock dos anos 80. Chuck já tocou com artistas renomados como Bad Brains, Billy Joel e Busta Rhymes.

O evento celebra os 20 anos da Element, marca canadense de urbanwear e skateboard. Além do show, vai rolar a exibição do documentário “Make It Count – A História da Element”, de Johnny Schillereff.

Mark Gonzales @ Cartel011

29 de setembro a 02 de outubro – segunda-feira a sábado, das 14h às 20h

Cartel 011: Rua Artur de Azevedo, 517, Pinheiros

Preço: Gátis

Make It Count – A História da Element e Show Ray Barbee @ Espaço + Soma

15 de outubro, sexta-feira às 21h e 16 de outubro, sábado, às 21h

Espaço + Soma: Rua Fidalga 98 – Vila Madalena

Preço: R$ 30

www.maissoma.com

29 de setembro de 2010

Os Ramones e o surgimento do punk rock

Arquivado em: Diversos — Tags:, , , — admin @ 18:41

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Em meados da década de 70, o punk surgiu com a ideia de simplificar o  que o cenário musical da época estava consumindo. A música estava indo para um caminho virtuoso, chato, com composições de 10 minutos, por isso, algo novo precisava ser criado.

Caracterizado pela simplicidade das composições, rapidez e agrevissidade, o movimento surgiu como forma de protesto contra tudo e todos. Além da música, o punk foi uma manifestação cultural que saiu do subúrbio e invadiu todas as camadas da sociedade.

Quando quatro garotos do Queens, em Nova Iorque, se juntaram para fazer covers de bandas como New York Dolls, The Stooges, Beatles, Rolling Stones e Beach Boys, em 1974, um dos maiores grupos da história do rock estava sendo formado.

Como não tinham capacidade para tirar direito músicas de outros artistas, decidiram criar suas próprias canções. Simples, sem muito rodeio, as faixas não chegavam aos três minutos de duração. O rock precisava de uma banda assim, com energia de sobra em cima dos palcos.

O mais engraçado de tudo, é que nem eles sabiam o que estavam fazendo direito, mas a verdade, foi a partir daí que os Ramones inventaram o punk rock. Com letras satíricas e muitas vezes negativas (I don’t want…), o quarteto conseguiu conquistar a Inglaterra, mais precisamente a cidade de Londres. A explosão do movimento começou aí na Europa.

Com certeza, graças aos Ramones surgiram grupos como The Clash, Sex Pistols, The Damned, Buzzcocks, Misfits, e muitas outras bandas que se quer tocavam punk rock. Por toda simplicidade musical, eles foram um grande estímulo e referência para que milhares de garotos formassem suas bandas.

21 de setembro de 2010

29a Bienal de São Paulo abre as portas ao público dia 25 de setembro

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A entrada será gratuita.

A partir de sábado, 25 de setembro, a 29a Bienal de São Paulo dará o pontapé inicial e ficará aberta ao público até o dia 12 de dezembro.

O evento vai funcionar das 9h às 19h (de 2a a 4a feira e aos sábados e domingos) e das 9h às 22h (às 5as e 6as feiras). Apenas no dia da abertura, as portas serão abertas às 10h.

Diferentemente da última edição, quando apenas 161.000 pessoas passaram pelo Pavilhão da Bienal, a meta atual é atingir um milhão de visitantes. E polêmica é o que não falta para atrair mais gente para a Bienal.

Para quem pensava que os pichadores seriam a bola da vez, se enganou. Faltando quatro dias para o início, todo mundo só quer saber do artista Gil Vicente, de Recife.

A série de desenhos em que retrata a si mesmo matando personalidades como Lula, FHC, o papa, George W. Bush, a rainha da Inglaterra, o israelense Ariel Sharon, o iraniano Mahmoud Ahmadinejad, o ex-secretário geral da ONU, Kofi Annan, Eduardo Campos, governador de Pernambuco e o senador Jarbas Vasconcelos vem dando muito o que falar.

Por conta dos retratos, a OAB de São Paulo entrou com um ofício ao Ministério Público contra a série “Inimigos” do artista.

Diante de tanta repercussão, com certeza quem saiu ganhando foi Gil Vicente, já que o mesmo trabalho passou por outras capitais brasileiras sem causar tanto alvoroço.

Heitor Farias, presidente da Fundação, disse que a liberdade de expressão é um valor fundamental e que precisa ser defendida. E que a ação da Ordem dos Advogados do Brasil não passa de uma atitude mesquinha.

Ao todo serão 159 artistas com os dois andares do Pavilhão totalmente preenchidos. Nomes conhecidos como Lygia Pape, Nelson Leiner, Cildo Meireles, Nuno Ramos também são presenças garantidas.

Em 2008, por conta do segundo andar completamente vazio, o evento foi um fracasso de crítica e público. A Fundação Bienal se encontrava em uma crise profunda, o que acabou refletindo diretamente na “Bienal do Vazio”, como ficou conhecida.

A curação da mostra está a cargo de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias.

29ª BIENAL DE SÃO PAULO

Quando: sáb., 25/9, às 10h (público); de seg. a qua., das 9h às 19h (entrada até as 18h); qui. e sex., das 9h às 22h (entrada até as 21h); sáb. e dom., das 9h às 19h (entrada até as 18h); até 12/12

Local: Pavilhão da Bienal (parque Ibirapuera, portão 3, tel. 0/xx/11/5576-7600)

Preço: entrada franca

Mais informações: www.29bienal.org.br

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