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	<title>Z Carniceria</title>
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		<title>Sun Records &#8211; Rockabilly, Country, R&amp;B e Blues</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:16:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Para quem não conhece, a Sun Records é a maior gravadora ligada ao Rockabilly. Fundada por Sam Philips, em Memphis, Tennessee, no ano de 1952, a companhia era apenas mais uma de vários selos independentes de sua época.
 
Começou de maneira pequena, mas ao longo do tempo sua reputação foi crescendo, principalmente por tratar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-446" title="Sun" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/Sun.jpg" alt="Sun" width="399" height="599" /></p>
<p><strong>Para quem não conhece, a Sun Records é a maior gravadora ligada ao Rockabilly. Fundada por Sam Philips, em Memphis, Tennessee, no ano de 1952, a companhia era apenas mais uma de vários selos independentes de sua época.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Começou de maneira pequena, mas ao longo do tempo sua reputação foi crescendo, principalmente por tratar com respeito e honestidade os seus artistas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com um ambiente não crítico, espontâneo, Sam Philips focou na criatividade e visão. Como empresário, Sam teve paciência para escutar qualquer músico vindo da rua para gravar. Este foi o seu grande diferencial.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em Memphis, a cena musical era diversa com Gospel, Blues, Hillbilly, Country, Dança Swing e Ocidental. Com diversos talentos para serem descobertos, no ano de 1954, Sam descobriu Elvis Presley.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sua voz, seu talento, emoção e energia, conquistaram o empresário, já com a visão de que ele poderia ir longe e, porque não, romper barreiras musicais e raciais.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Depois de Elvis, que ajudou a formar o início da Sun ao som da música Country com R&amp;B, o talento inovador do músico atraiu artistas como Johnny Cash, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Roy Orbison, Charlie Rich e muitos outros nomes da cena.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A criatividade e inovação da gravadora surgiram não só com os artistas que, depois, fizeram história. Ela quebrou barreiras na qualidade e maneira como eram gravados os discos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sua história está ligada diretamente com a cultura popular americana. Sua música tem resistido ao tempo, todas as raças e gêneros. Toda a geração seguinte, liderada pelos Beatles, foi influenciada por artistas da Sun Records.</strong></p>
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		<title>Kiss &#8211; &#8220;Destroyer&#8221; (1976)</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 19:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Este álbum é um dos grandes trabalhos do Kiss, senão for o maior. Hinos como &#8216;Detroit Rock City&#8217;, &#8216;God of Thunder&#8217;, &#8216;Shout It Loud&#8217;, &#8216;Beth&#8217; e &#8216;Do You Love Me?&#8217; elevaram o grupo ao patamar de rock stars, principalmente após o grande sucesso de Alive I, de 1975, nos Estados Unidos.
A produção ficou nas mãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- p.p1 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial} p.p2 {margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 16.0px Arial; min-height: 18.0px} --><img class="aligncenter size-full wp-image-442" title="kiss" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/kiss1.jpg" alt="kiss" width="400" height="400" /></p>
<p><strong>Este álbum é um dos grandes trabalhos do Kiss, senão for o maior. Hinos como &#8216;Detroit Rock City&#8217;, &#8216;God of Thunder&#8217;, &#8216;Shout It Loud&#8217;, &#8216;Beth&#8217; e &#8216;Do You Love Me?&#8217; elevaram o grupo ao patamar de rock stars, principalmente após o grande sucesso de Alive I, de 1975, nos Estados Unidos.</strong></p>
<p><strong>A produção ficou nas mãos de Bob Ezrin, que trabalhou com Pink Floyd, Led Zeppelin, Alice Cooper e Jimi Hendrix. Com certeza, o dedo do produtor ajudou o Kiss a evoluir em suas composições e canções. Um disco que ficou marcado na história do rock. Pra se ter uma ideia do impacto deste álbum na carreira da banda, o quarteto toca, obrigatoriamente, 6 das 10 faixas em seus shows.</strong></p>
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		<title>Johnny Cash &#8211; &#8220;Johnny Cash At Folsom Prison&#8221; (1968)</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 20:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Folsom Prison]]></category>
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		<description><![CDATA[
A atuação para mais de dois mil detentos, tornou este disco ao vivo um dos grandes sucessos do &#8220;Man in Black&#8221;, atingindo até o topo da parada Country nos Estados Unidos.
 
Diversas músicas de Cash retratavam a vida bandida, por isso muitos prisioneiros admiravam John. As histórias de Folsom falam das perdas e das duras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-435" title="1John" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/1John.jpg" alt="1John" width="320" height="306" /></p>
<p><strong>A atuação para mais de dois mil detentos, tornou este disco ao vivo um dos grandes sucessos do &#8220;Man in Black&#8221;, atingindo até o topo da parada Country nos Estados Unidos.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Diversas músicas de Cash retratavam a vida bandida, por isso muitos prisioneiros admiravam John. As histórias de Folsom falam das perdas e das duras lições.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Até então, as músicas de Cash eram marginalizadas por conta de todos os seus problemas pessoais e com anfetaminas. Após muita luta contra as drogas e sua gravadora, Johnny foi recompensado com esta obra-prima.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O mundo e a mídia tiveram que se render ao grande talento da música americana.</strong></p>
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		<title>Black na Cena Music Festival</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/04/05/black-na-cena-music-festival/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 21:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Black na Cena]]></category>
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		<description><![CDATA[
Foi anunciado, hoje, que no dia 29 de maio vai rolar o festival Black na Cena, na Arena do Anhembi, em São Paulo.
 
Para se ter uma ideia da dimensão deste evento, diversos nomes consagrados fazem parte do line-up. Até agora, já estão confirmados a lenda George Clinton, Public Enemy, Redman, Racionais MC&#8217;s, O Baile [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-430" title="public-enemy" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/public-enemy.jpg" alt="public-enemy" width="475" height="378" /></p>
<p><strong>Foi anunciado, hoje, que no dia 29 de maio vai rolar o festival Black na Cena, na Arena do Anhembi, em São Paulo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Para se ter uma ideia da dimensão deste evento, diversos nomes consagrados fazem parte do line-up. Até agora, já estão confirmados a lenda George Clinton, Public Enemy, Redman, Racionais MC&#8217;s, O Baile do Simonal, Sandra de Sá, Marcelo Yuka, Thaíde e Xis.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A organização do festival espera a confirmação de mais quatro atrações internacionais e seis nacionais. Mas não será só de música que o Black na Cena será abastecido.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ainda haverá grafiteiros e sua arte, além os b-boys com performances ao vivo. Quem quiser comparecer ao evento, terá que desembolsar R$ 100. Há meia entrada.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>- Shows do dia 22/07: George Clinton, Sandra de Sá e O Baile do Simonal (das 20h às 4h)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>- Shows do dia 23/07: Public Enemy, Marcelo Yuka e Xis (das 14h às 4h)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>- Shows do dia 24/07: Redman, Racionais MC&#8217;s e Thaíde (das 14h às 22h)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Black na Cena Music Festival Dia: De 22 a 24 de julho </strong></p>
<p><strong>Local: Arena Anhembi (Av. Olavo Fontoura, nº 1.209, Santana)</strong></p>
<p><strong>Preço: R$ 100 (com direito a meia entrada)</strong></p>
<p><strong>Compra pela internet: www.zetks.com Pontos de venda: Cursinho da Poli, nos bairros da Lapa (Av. Ermano Marchetti, 576), Itaquera (Rua Sabbado D&#8217;Angelo, 2078) e Santo Amaro (Rua Desembargador Bandeira de Mello, 468).</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Skate e Música &#8211; Música e Skate</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/03/28/skate-e-musica-musica-e-skate/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alvaro Porque]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<category><![CDATA[skate]]></category>
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		<description><![CDATA[Foto: Ray Rae (Venice &#8211; California)
A música e o skate andam juntos desde o surgimento do esporte, inventado na Califórnia, mais precisamente em Los Angeles, no início da década de 60.
 
Em todo o mundo, diversos skatistas têm uma forte relação com o som e músicos com o esporte de rodinhas.
 
Por isso, resolvemos bater [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-423" title="AP" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/AP1.jpg" alt="AP" width="720" height="522" /><strong>Foto: Ray Rae (Venice &#8211; California)</strong></p>
<p><strong>A música e o skate andam juntos desde o surgimento do esporte, inventado na Califórnia, mais precisamente em Los Angeles, no início da década de 60.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Em todo o mundo, diversos skatistas têm uma forte relação com o som e músicos com o esporte de rodinhas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Por isso, resolvemos bater um papo com Alvaro Porque, skatista profissional, que reside na Califórnia desde os anos 80. Ele nos contou como a música e o skate estão ligados em sua vida.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. O que nasceu primeiro? Sua paixão pela música ou pelo skate?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A.P. &#8211; Desde as primeiras lembranças, os dois sempre estiveram lado-a-lado. Porém, tenho que admitir que a música veio primeiro.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Meus pais tinham um toca discos, uma vitrola, e eu não via a hora de voltar da escola pra ouvir som a tarde inteira.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Roberto Carlos, Chico Buarque, Supertramp, Elvis Presley, John Denver, Simon e Garfunkel, Jesus Christ Superstar, primeira ópera rock de Andrew Lloyd e Tim Rice, entre outros.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Depois, minha mãe apareceu com o toca-fitas e eu podia fazer minha própria mixtape e copiar música dos amigos.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>2. Qual a importância da música nas sessions e no seu dia-a-dia?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A.P. &#8211; A música é muito importante no dia-a-dia, essencial nas sessions de skate. Me dá a inspiração, motivação e determinação que preciso nas pistas.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Desde o momento em que acordo, durante o banho, dirigindo, ou relaxando em casa depois da session. A melhor invenção para mim, até hoje, foi a rádio de internet Pandora, na qual faço uma própria estação com minhas bandas favoritas sem nenhum custo.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Aí, é só deixar rolar o dia inteiro, seja no computador, no meu celular acoplado no carro ou em speakers.</em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3. Quando você começou a andar de skate, quais foram as suas primeiras influências musicais?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A.P. &#8211; Em 1978, a cena punk rock era muito forte em Londres e Los Angeles. Se encaixava perfeitamente com o estilo de andar de skate. Anarquia, rebeldia e agressividade eram as palavras.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Eu, Ari Jumonji e Enzo éramos a geração mais nova, tentando obter as nossas músicas favoritas dos skatistas mais velhos que traziam suas fitas.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Esses sons energizavam as sessions da Wave Park. Bruno Leonardo, Adherbal (Billy), Jun Hashimoto, Formiga, Lumbra, Ralph, Jofa disseram: &#8216;Pelo amor de Deus, grava essa fita pra mim?&#8217;</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>A gente era moleque e nem sabia onde arrumar, não tinham esses discos nacionais no começo, só importado.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Mas as principais bandas foram Buzzcocks, Sex Pistols, 999, Sham 69, Cockney Rejects, Stiff Little Fingers, Undertones, The Ramones, Devo, B 52&#8217;s, Oingo Boingo, entre outras.</em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4. E quais são os seus sons favoritos na hora de dropar?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A.P. &#8211; Ultimamente, tenho ouvido muito Lil Wayne, Lil Wayne and Birdman, SPM do Texas, Bad Religion, e muito Good Riddance, influência do meu amigo Badauí que me viciou.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong>5. Como é viver e andar de skate na Califa. Como é essa ligação entre o SK8 e a música por aí?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>A.P. &#8211; Morar em Los Angeles sempre fez parte de minha vida e do meu irmão Alex Pois É! Estamos aqui desde os anos 80.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Posso dizer que é um sonho poder fazer parte da cena local e ter a oportunidade de apreciar as pistas daqui que são ótimas.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Ando de skate com meu amigo Ben Harper, Jeremy do Meet me at the Pub, Pat Muzingo da banda Junkyard, entre muitos outros. Skate e boa música andam sempre juntos.</em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Todos fazemos parte do mesmo grupo, sem distinção, todos com as mesmas ideologias e muita diversão, é lógico!!!!</em></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ray Charles &#8211; &#8220;Modern Sounds In Country and Western Music&#8221; (1962)</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/03/11/ray-charles-modern-sounds-in-country-and-western-music-1962/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 20:52:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Country]]></category>
		<category><![CDATA[Ray Charles]]></category>
		<category><![CDATA[Soul]]></category>
		<category><![CDATA[z carniceria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Dezoito meses antes de Martin Luther King ter seu sonho realizado, Ray Charles causou impacto com o lançamento deste álbum.
 
Imagine um negro, cantor de R&#38;B, interpretando músicos como Hank Williams e Don Gibson? Para época, isso era algo praticamente impossível, mas ele acabou quebrando barreiras com a integração de Soul e Country Music.
 
Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-413" title="ModernSoundsInC&amp;WMusic" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/ModernSoundsInCWMusic.jpg" alt="ModernSoundsInC&amp;WMusic" width="260" height="260" /></p>
<p><strong>Dezoito meses antes de Martin Luther King ter seu sonho realizado, Ray Charles causou impacto com o lançamento deste álbum.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Imagine um negro, cantor de R&amp;B, interpretando músicos como Hank Williams e Don Gibson? Para época, isso era algo praticamente impossível, mas ele acabou quebrando barreiras com a integração de Soul e Country Music.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Um disco que traz uma profundidade em cada faixa que compõe esta obra-prima. &#8216;Bye Bye Love&#8217;, também cantada e conhecida pelo Everly Brothers, abre o &#8220;Modern Sounds&#8230;&#8221; de maneira irresistível.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Mas que tal as versões de &#8216;Hey Good Lookin&#8221; e &#8216;You Win Again&#8217; de Hank Williams? Lindas canções com uma nova releitura, sentimento puro.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8216;I Can&#8217;t Stop Loving You atingiu o 1o lugar das paradas. &#8216;You Don&#8217;t Know Me&#8217; alcançou uma honrosa 2a posição, mostrando que este disco foi um sucesso.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ficou por 14 semanas no topo nas paradas dos Estados Unidos.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Elvis Presley &#8211; &#8220;Elvis Presley (1956)&#8221;</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/03/03/elvis-presley-elvis-presley/</link>
		<comments>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/03/03/elvis-presley-elvis-presley/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 16:13:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[elvis presley]]></category>
		<category><![CDATA[rua augusta 934]]></category>
		<category><![CDATA[z carniceria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Com sete faixas registradas no início de 1956, na véspera de lançamento do disco, e mais cinco da era da Sun Records, de 1954 a 1955, o primeiro álbum de Elvis Presley se tornou inesquecível.


Sua gravação, para quem está acostumado com as superproduções do século 21, deixa realmente a desejar, mas não diminui o álbum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-409" title="Elvis Presley - 1-Fron" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/Elvis-Presley-1-Fron1.Jpg" alt="Elvis Presley - 1-Fron" width="320" height="319" /></p>
<p><strong>Com sete faixas registradas no início de 1956, na véspera de lançamento do disco, e mais cinco da era da Sun Records, de 1954 a 1955, o primeiro álbum de Elvis Presley se tornou inesquecível.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Sua gravação, para quem está acostumado com as superproduções do século 21, deixa realmente a desejar, mas não diminui o álbum, pelo contrário, traz uma aura e magia distinta.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Faixas como &#8216;I Got a Woman&#8217;, de Ray Charles, o gospel de &#8216;I&#8217;m Counting on You&#8217;, o hit &#8216;Blue Suede Shoes&#8217;, de Carl Perkins, &#8216;Trying to Get You&#8217; e &#8216;Tutti Frutti&#8217;, tornam este trabalho uma verdadeira referência para os amantes de Rock&#8217;n'Roll. Há blues, jazz, gospel, mas o principal: música boa de verdade.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Disco do dia: Bad Religion &#8211; &#8220;Recipe For Hate&#8221;</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/02/22/disco-do-dia-bad-religion-recipe-for-hate/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 20:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bad Religion]]></category>
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		<description><![CDATA[
Lançado em 1993, &#8220;Recipe For Hate&#8221; é um dos grandes álbuns do Bad Religion.
 
Com suas críticas sociais, seu som rápido e melódico, os californianos provam neste disco toda sua competência musical e lírica.
 
Letras inteligentes e sarcásticas dão a tônica nas 14 canções presentes.
 
Pode-se notar influências do bom e velho punk rock, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-402" title="Recipe" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/Recipe.jpg" alt="Recipe" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>Lançado em 1993, &#8220;Recipe For Hate&#8221; é um dos grandes álbuns do Bad Religion.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Com suas críticas sociais, seu som rápido e melódico, os californianos provam neste disco toda sua competência musical e lírica.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Letras inteligentes e sarcásticas dão a tônica nas 14 canções presentes.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Pode-se notar influências do bom e velho punk rock, além de muito som folk e country, mas com guitarras distorcidas e bem trabalhadas.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Destaque para as músicas &#8216;Recipe For Hate&#8217;, &#8216;Kerosene&#8217;, &#8216;Man With a Mission&#8217;, &#8216;Struck a Nerve&#8217; e &#8216;Don&#8217;t Pray On Me&#8217;.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Este trabalho é um verdadeiro clássico do hardcore melódico e se tornou indispensável para os adoradores do estilo.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Yogue, roqueira, tatuada e cozinheira: conheça Tati Ribeiro, a autora do famoso hambúrguer vegetariano do Z</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/02/15/tatiana-ribeiro-a-responsavel-pelo-hamburguer-vegetariano-do-z/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 14:40:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hamburguer Vegetariano]]></category>
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		<category><![CDATA[Tatiana Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tibira]]></category>
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		<description><![CDATA[
Instrutora de SwáSthya Yôga, Tatiana Ribeiro exerce a profissão desde 2002, quando completou sua formação na Universidade de Yôga do Brasil.
Vegan, cozinheira, jardineira, biker e aprendiz de poeta, ela inclui na sua vida ingredientes que visam a qualidade de vida, o bem estar, a energia e a busca pelo autoconhecimento.
Ministrante de práticas de Swásthya Yôga, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-392" title="burguer ZZZ" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/burguer-ZZZ-300x256.jpg" alt="burguer ZZZ" width="300" height="256" /></p>
<p><strong>Instrutora de SwáSthya Yôga, Tatiana Ribeiro exerce a profissão desde 2002, quando completou sua formação na Universidade de Yôga do Brasil.</strong></p>
<p><strong>Vegan, cozinheira, jardineira, biker e aprendiz de poeta, ela inclui na sua vida ingredientes que visam a qualidade de vida, o bem estar, a energia e a busca pelo autoconhecimento.</strong></p>
<p><strong>Ministrante de práticas de Swásthya Yôga, atua como instrutora em empresas, academias e condomínios residenciais na cidade de São Paulo, além de ter ministrado aulas nos Estados Unidos entre 2007 e 2008 (Albuquerque/MN e Los Angeles/CA. </strong></p>
<p><strong>Suas aulas se destacam pela trilha musical &#8211; mais roqueira, menos indiana &#8211; talvez por isso Tati seja tão famosa entre roqueiros e afins: até tour com a banda da Pitty a moça já participou!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Além de todos os atributos, Tatiana é também a responsável pelo hambúrguer vegetariano do Z. Por isso, resolvemos batemos um papo com ela. Confira.</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-393" title="Tati" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/Tati1-300x248.jpg" alt="Tati" width="300" height="248" /><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Tati, como surgiu essa parceria com o bar e desde quando está rolando?</strong></p>
<p><em><strong>Eu conheço o Tibira há um tempo. Na época em que estava montando o Z, alguém comentou que ele queria colocar opções vegetarianas no Cardápio. Foi quando levei umas amostras para experimentar.</strong></em></p>
<p><strong><em> </em><em>Na época eu fazia hambúrguer de legumes ao curry, quinua e shitake. Ele acabou escolhendo o de shitake, e está no cardápio desde o começo.</em></strong></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>O hambúrguer fez tanto sucesso, que quando eu quis parar de fazer, o Tibira me pediu para continuar fornecendo pelo menos para eles.</strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p>
<p><em><strong>Então, atualmente, o Carniceria é o único lugar quem tem o hambúrguer Tournesol.</strong></em></p>
<p><strong>Como você criou a receita do hambúrguer?</strong></p>
<p><em><strong>Eu sentia falta de um hambúrguer vegan mais gostoso e não tinha. Foi aqui que eu, o Caius (meu sócio na época) e Rita Taraborelli, desenvolvemos as receitas.</strong></em></p>
<p><strong>Cite cinco músicas perfeitas para ouvir comendo seu burguer.</strong></p>
<p><em><strong>Musical Youth &#8211;  &#8217;Pass the Dutchie&#8217;</strong></em></p>
<p><em><strong>Neil Young – &#8216;From Hank to Hendrix&#8217;</strong></em></p>
<p><em><strong>Cidadão Instigado- &#8216;Homem Velho&#8217;</strong></em></p>
<p><em><strong>Bright Eyes – &#8216;Four Winds&#8217;</strong></em></p>
<p><em><strong>Love of Lesbian – &#8216;Club De Fans De John Boy&#8217;</strong></em></p>
<p><strong>Quem quiser saber mais sobre Tati Ribeiro e a Tournesol, acesse o blog http://apenasvivamais.blogspot.com/2009/11/eu-e-tournesol.html</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Parte 2 &#8211; Os 10 maiores artistas da história da música</title>
		<link>http://www.zcarniceria.com.br/blog/2011/01/17/parte-2-os-10-maiores-artistas-da-historia-da-musica/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2011 14:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[beatles]]></category>
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		<category><![CDATA[Chuck Berry]]></category>
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5. Chuck Berry &#8211; por Joe Perry
 
&#8220;Como vários guitarristas da minha geração, ouvi Chuck Berry pela primeira vez por causa dos Beatles e Rolling Stones. Fiquei tão encantado com a forma como os Beatles e Rolling Stones tocavam esse tipo de som, em faixas como &#8216;Roll Over Beethoven&#8217; e &#8216;Around and Around&#8217;, que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-385" title="Discos-dos-Beatles-na-internet" src="http://www.zcarniceria.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/Discos-dos-Beatles-na-internet-300x209.jpg" alt="Discos-dos-Beatles-na-internet" width="300" height="209" /></p>
<p><strong>5. Chuck Berry &#8211; por Joe Perry</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;Como vários guitarristas da minha geração, ouvi Chuck Berry pela primeira vez por causa dos Beatles e Rolling Stones. Fiquei tão encantado com a forma como os Beatles e Rolling Stones tocavam esse tipo de som, em faixas como &#8216;Roll Over Beethoven&#8217; e &#8216;Around and Around&#8217;, que eu olhei sob os títulos das faixas e vi o nome de Chuck Berry. </strong></p>
<p><strong>Ao ouví-lo, realmente surtei, sabe quando um sentimento de emoção atinge a boca do estômago e na parte de trás da cabeça? Eu sinto mais isso com Chuck Berry do que com qualquer outro. O cara é um showman, apesar de sua música ser econômica, que leva o ritmo. É necessário um pouco de técnica, mas principalmente fraseado.&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>4. The Rolling Stones &#8211; por Steven Van Zandt</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;Os Rolling Stones são a minha vida. Como os Beatles, sua música era emocionante, mas eles eram estranhos. Os cabelos eram negligentes. As harmonias estavam um pouco fora. E eu não me lembro deles sorrindo para todo mundo. Eles tinham aquela atitude do R&amp;B tradicionalista: &#8216;Nós não estamos no show business. Nós não somos a música pop&#8217;. </strong></p>
<p><strong>O sexo na voz de Mick Jagger era adulto. A aceitação de Jagger na rádio pop foi um marco no rock&#8217;n'roll. Foi algo completamente original: um artista branco fazê-lo da forma como os negros sempre fizeram. Elvis Presley fez, mas o seguinte foi Mick. Os riffs de Keith Richards eram melódicos e rítmicos. Há gerações de jovens que só conhecem o grupo de iconicamente. Não há nenhuma ligação com a música. Mas &#8220;Beggars Banquet&#8221;, &#8220;Let It Bleed&#8221;, &#8220;Sticky Fingers&#8221; e &#8220;Exile On Main Street&#8221; foi a maior série de álbuns da história. Tudo feito em três anos e meio.&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>3. Elvis Presley &#8211; por Bono Vox</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;Elvis mudou tudo &#8211; musicalmente, sexualmente, politicamente. Ele era um ícone de estilo dos anos 50, o que os anos 60 foram capazes de fazer e, então, de repente não mais. Nos anos 70 virou uma celebridade num esporte sangrento, mas é interessante, quanto mais ele caiu, mais divino ele se tornou para os seus fãs. Em suas últimas performances, com uma voz ainda maior do que o seu intestino, você chora lágrimas de verdade como o messias canta sua música, com o coração cansado, transformando cassino em templo. </strong></p>
<p><strong>Em Elvis, você tem o modelo para o rock&#8217;n'roll: A majestade &#8211; o gospel mais elevado. A lama &#8211; a lama Delta, o blues. Liberação sexual. Controvérsia. Mudar a forma como as pessoas se sentem sobre o mundo. Está tudo lá com Elvis. Alguns comentaristas dizem que foi o Exército, outros dizem que foi Hollywood ou Las Vegas, que quebrou o seu espírito. Mas você sabe, Elvis comeu a América antes da América comê-lo.&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>2. Bob Dylan &#8211; por Robbie Robertson</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;A primeira vez que ouvi Dylan, eu já estava em uma banda tocando rock&#8217;n'roll. Eu não conhecia muita música folk. Eu não estava na mesma velocidade sobre a diferença que ele estava fazendo como compositor. Eu me lembro de alguém tocando &#8216;Oxford Town&#8217;, do &#8220;Freewheelin&#8217; Bob Dylan&#8221;, para mim. Eu pensei: &#8216;Há algo acontecendo aqui&#8217;. Sua voz parecia interessante para mim. Ele é um poderoso cantor e ator, com muitos personagens em sua voz. Eu podia ouvir a política nas primeiras músicas. </strong></p>
<p><strong>É muito emocionante ouvir alguém cantando de forma tão poderosa, com algo para dizer. Mas o que me impressiona é como a rua teve um efeito profundo sobre ele. Ele veio de Minessota para Nova York, se estabelecendo na estrada. Houve algo duro na forma como ele se aproximou de seus temas e os personagens em si. Essa foi uma rebelião, de certa forma, contra a pureza da música popular. &#8220;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>1. The Beatles &#8211; por Elvis Costello</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;Eu ouvi os Beatles pela primeira vez aos nove anos. Eles soaram como ninguém. Cada registro foi um choque quando saiu. Eles já tinham absorvido Buddy Holly, Everly Brothers e Chuck Berry, mas também escreviam suas próprias canções. John Lennon e Paul McCartney foram compositores excepcionais. Paul foi, e é, um músico verdadeiramente virtuoso, George Harrison não era o tipo de guitarrista com solos imprevisíveis, mas você pode cantar as melodias de quase todas as suas quebras. Elas sempre se encaixaram bem e de acordo. </strong></p>
<p><strong>Ringo Starr tocou bateria com uma sensação que ninguém pode copiar, embora muitos bateristas bem que tentaram, mas falharam. Acima de tudo, John e Paul foram cantores fantásticos. Eles tinham um padrão impressionantemente alto como escritores. Imagine lançar &#8216;Ask Me Why&#8217; ou &#8216;Things She Said Today&#8217; como lado B. Meus discos favoritos são &#8220;Rubber Soul&#8221; e &#8220;Revolver&#8221;. Em ambos os registros, você pode ouvir referências de R&amp;B, Dylan e a psicodelia.&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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