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3 de maio de 2011

Sun Records – Rockabilly, Country, R&B e Blues

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Sun

Para quem não conhece, a Sun Records é a maior gravadora ligada ao Rockabilly. Fundada por Sam Philips, em Memphis, Tennessee, no ano de 1952, a companhia era apenas mais uma de vários selos independentes de sua época.

Começou de maneira pequena, mas ao longo do tempo sua reputação foi crescendo, principalmente por tratar com respeito e honestidade os seus artistas.

Com um ambiente não crítico, espontâneo, Sam Philips focou na criatividade e visão. Como empresário, Sam teve paciência para escutar qualquer músico vindo da rua para gravar. Este foi o seu grande diferencial.

Em Memphis, a cena musical era diversa com Gospel, Blues, Hillbilly, Country, Dança Swing e Ocidental. Com diversos talentos para serem descobertos, no ano de 1954, Sam descobriu Elvis Presley.

Sua voz, seu talento, emoção e energia, conquistaram o empresário, já com a visão de que ele poderia ir longe e, porque não, romper barreiras musicais e raciais.

Depois de Elvis, que ajudou a formar o início da Sun ao som da música Country com R&B, o talento inovador do músico atraiu artistas como Johnny Cash, Jerry Lee Lewis, Carl Perkins, Roy Orbison, Charlie Rich e muitos outros nomes da cena.

A criatividade e inovação da gravadora surgiram não só com os artistas que, depois, fizeram história. Ela quebrou barreiras na qualidade e maneira como eram gravados os discos.

Sua história está ligada diretamente com a cultura popular americana. Sua música tem resistido ao tempo, todas as raças e gêneros. Toda a geração seguinte, liderada pelos Beatles, foi influenciada por artistas da Sun Records.

26 de abril de 2011

Kiss – “Destroyer” (1976)

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kiss

Este álbum é um dos grandes trabalhos do Kiss, senão for o maior. Hinos como ‘Detroit Rock City’, ‘God of Thunder’, ‘Shout It Loud’, ‘Beth’ e ‘Do You Love Me?’ elevaram o grupo ao patamar de rock stars, principalmente após o grande sucesso de Alive I, de 1975, nos Estados Unidos.

A produção ficou nas mãos de Bob Ezrin, que trabalhou com Pink Floyd, Led Zeppelin, Alice Cooper e Jimi Hendrix. Com certeza, o dedo do produtor ajudou o Kiss a evoluir em suas composições e canções. Um disco que ficou marcado na história do rock. Pra se ter uma ideia do impacto deste álbum na carreira da banda, o quarteto toca, obrigatoriamente, 6 das 10 faixas em seus shows.

14 de abril de 2011

Johnny Cash – “Johnny Cash At Folsom Prison” (1968)

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1John

A atuação para mais de dois mil detentos, tornou este disco ao vivo um dos grandes sucessos do “Man in Black”, atingindo até o topo da parada Country nos Estados Unidos.

Diversas músicas de Cash retratavam a vida bandida, por isso muitos prisioneiros admiravam John. As histórias de Folsom falam das perdas e das duras lições.

Até então, as músicas de Cash eram marginalizadas por conta de todos os seus problemas pessoais e com anfetaminas. Após muita luta contra as drogas e sua gravadora, Johnny foi recompensado com esta obra-prima.

O mundo e a mídia tiveram que se render ao grande talento da música americana.

5 de abril de 2011

Black na Cena Music Festival

Arquivado em: Diversos — Tags:, , , , — admin @ 19:20

public-enemy

Foi anunciado, hoje, que no dia 29 de maio vai rolar o festival Black na Cena, na Arena do Anhembi, em São Paulo.

Para se ter uma ideia da dimensão deste evento, diversos nomes consagrados fazem parte do line-up. Até agora, já estão confirmados a lenda George Clinton, Public Enemy, Redman, Racionais MC’s, O Baile do Simonal, Sandra de Sá, Marcelo Yuka, Thaíde e Xis.

A organização do festival espera a confirmação de mais quatro atrações internacionais e seis nacionais. Mas não será só de música que o Black na Cena será abastecido.

Ainda haverá grafiteiros e sua arte, além os b-boys com performances ao vivo. Quem quiser comparecer ao evento, terá que desembolsar R$ 100. Há meia entrada.

- Shows do dia 22/07: George Clinton, Sandra de Sá e O Baile do Simonal (das 20h às 4h)

- Shows do dia 23/07: Public Enemy, Marcelo Yuka e Xis (das 14h às 4h)

- Shows do dia 24/07: Redman, Racionais MC’s e Thaíde (das 14h às 22h)

Serviço:

Black na Cena Music Festival Dia: De 22 a 24 de julho

Local: Arena Anhembi (Av. Olavo Fontoura, nº 1.209, Santana)

Preço: R$ 100 (com direito a meia entrada)

Compra pela internet: www.zetks.com Pontos de venda: Cursinho da Poli, nos bairros da Lapa (Av. Ermano Marchetti, 576), Itaquera (Rua Sabbado D’Angelo, 2078) e Santo Amaro (Rua Desembargador Bandeira de Mello, 468).

28 de março de 2011

Skate e Música – Música e Skate

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APFoto: Ray Rae (Venice – California)

A música e o skate andam juntos desde o surgimento do esporte, inventado na Califórnia, mais precisamente em Los Angeles, no início da década de 60.

Em todo o mundo, diversos skatistas têm uma forte relação com o som e músicos com o esporte de rodinhas.

Por isso, resolvemos bater um papo com Alvaro Porque, skatista profissional, que reside na Califórnia desde os anos 80. Ele nos contou como a música e o skate estão ligados em sua vida.

1. O que nasceu primeiro? Sua paixão pela música ou pelo skate?

A.P. – Desde as primeiras lembranças, os dois sempre estiveram lado-a-lado. Porém, tenho que admitir que a música veio primeiro.

Meus pais tinham um toca discos, uma vitrola, e eu não via a hora de voltar da escola pra ouvir som a tarde inteira.

Roberto Carlos, Chico Buarque, Supertramp, Elvis Presley, John Denver, Simon e Garfunkel, Jesus Christ Superstar, primeira ópera rock de Andrew Lloyd e Tim Rice, entre outros.

Depois, minha mãe apareceu com o toca-fitas e eu podia fazer minha própria mixtape e copiar música dos amigos.

2. Qual a importância da música nas sessions e no seu dia-a-dia?

A.P. – A música é muito importante no dia-a-dia, essencial nas sessions de skate. Me dá a inspiração, motivação e determinação que preciso nas pistas.

Desde o momento em que acordo, durante o banho, dirigindo, ou relaxando em casa depois da session. A melhor invenção para mim, até hoje, foi a rádio de internet Pandora, na qual faço uma própria estação com minhas bandas favoritas sem nenhum custo.

Aí, é só deixar rolar o dia inteiro, seja no computador, no meu celular acoplado no carro ou em speakers.

3. Quando você começou a andar de skate, quais foram as suas primeiras influências musicais?

A.P. – Em 1978, a cena punk rock era muito forte em Londres e Los Angeles. Se encaixava perfeitamente com o estilo de andar de skate. Anarquia, rebeldia e agressividade eram as palavras.

Eu, Ari Jumonji e Enzo éramos a geração mais nova, tentando obter as nossas músicas favoritas dos skatistas mais velhos que traziam suas fitas.

Esses sons energizavam as sessions da Wave Park. Bruno Leonardo, Adherbal (Billy), Jun Hashimoto, Formiga, Lumbra, Ralph, Jofa disseram: ‘Pelo amor de Deus, grava essa fita pra mim?’

A gente era moleque e nem sabia onde arrumar, não tinham esses discos nacionais no começo, só importado.

Mas as principais bandas foram Buzzcocks, Sex Pistols, 999, Sham 69, Cockney Rejects, Stiff Little Fingers, Undertones, The Ramones, Devo, B 52’s, Oingo Boingo, entre outras.

4. E quais são os seus sons favoritos na hora de dropar?

A.P. – Ultimamente, tenho ouvido muito Lil Wayne, Lil Wayne and Birdman, SPM do Texas, Bad Religion, e muito Good Riddance, influência do meu amigo Badauí que me viciou.

5. Como é viver e andar de skate na Califa. Como é essa ligação entre o SK8 e a música por aí?

A.P. – Morar em Los Angeles sempre fez parte de minha vida e do meu irmão Alex Pois É! Estamos aqui desde os anos 80.

Posso dizer que é um sonho poder fazer parte da cena local e ter a oportunidade de apreciar as pistas daqui que são ótimas.

Ando de skate com meu amigo Ben Harper, Jeremy do Meet me at the Pub, Pat Muzingo da banda Junkyard, entre muitos outros. Skate e boa música andam sempre juntos.

Todos fazemos parte do mesmo grupo, sem distinção, todos com as mesmas ideologias e muita diversão, é lógico!!!!

11 de março de 2011

Ray Charles – “Modern Sounds In Country and Western Music” (1962)

Arquivado em: Diversos — Tags:, , , — admin @ 18:52

ModernSoundsInC&WMusic

Dezoito meses antes de Martin Luther King ter seu sonho realizado, Ray Charles causou impacto com o lançamento deste álbum.

Imagine um negro, cantor de R&B, interpretando músicos como Hank Williams e Don Gibson? Para época, isso era algo praticamente impossível, mas ele acabou quebrando barreiras com a integração de Soul e Country Music.

Um disco que traz uma profundidade em cada faixa que compõe esta obra-prima. ‘Bye Bye Love’, também cantada e conhecida pelo Everly Brothers, abre o “Modern Sounds…” de maneira irresistível.

Mas que tal as versões de ‘Hey Good Lookin” e ‘You Win Again’ de Hank Williams? Lindas canções com uma nova releitura, sentimento puro.

‘I Can’t Stop Loving You atingiu o 1o lugar das paradas. ‘You Don’t Know Me’ alcançou uma honrosa 2a posição, mostrando que este disco foi um sucesso.

Ficou por 14 semanas no topo nas paradas dos Estados Unidos.

3 de março de 2011

Elvis Presley – “Elvis Presley (1956)”

Arquivado em: Diversos — Tags:, , — admin @ 14:13

Elvis Presley - 1-Fron

Com sete faixas registradas no início de 1956, na véspera de lançamento do disco, e mais cinco da era da Sun Records, de 1954 a 1955, o primeiro álbum de Elvis Presley se tornou inesquecível.


Sua gravação, para quem está acostumado com as superproduções do século 21, deixa realmente a desejar, mas não diminui o álbum, pelo contrário, traz uma aura e magia distinta.

Faixas como ‘I Got a Woman’, de Ray Charles, o gospel de ‘I’m Counting on You’, o hit ‘Blue Suede Shoes’, de Carl Perkins, ‘Trying to Get You’ e ‘Tutti Frutti’, tornam este trabalho uma verdadeira referência para os amantes de Rock’n'Roll. Há blues, jazz, gospel, mas o principal: música boa de verdade.

22 de fevereiro de 2011

Disco do dia: Bad Religion – “Recipe For Hate”

Arquivado em: Diversos — Tags:, , — admin @ 18:45

Recipe

Lançado em 1993, “Recipe For Hate” é um dos grandes álbuns do Bad Religion.

Com suas críticas sociais, seu som rápido e melódico, os californianos provam neste disco toda sua competência musical e lírica.

Letras inteligentes e sarcásticas dão a tônica nas 14 canções presentes.

Pode-se notar influências do bom e velho punk rock, além de muito som folk e country, mas com guitarras distorcidas e bem trabalhadas.

Destaque para as músicas ‘Recipe For Hate’, ‘Kerosene’, ‘Man With a Mission’, ‘Struck a Nerve’ e ‘Don’t Pray On Me’.

Este trabalho é um verdadeiro clássico do hardcore melódico e se tornou indispensável para os adoradores do estilo.

15 de fevereiro de 2011

Yogue, roqueira, tatuada e cozinheira: conheça Tati Ribeiro, a autora do famoso hambúrguer vegetariano do Z

burguer ZZZ

Instrutora de SwáSthya Yôga, Tatiana Ribeiro exerce a profissão desde 2002, quando completou sua formação na Universidade de Yôga do Brasil.

Vegan, cozinheira, jardineira, biker e aprendiz de poeta, ela inclui na sua vida ingredientes que visam a qualidade de vida, o bem estar, a energia e a busca pelo autoconhecimento.

Ministrante de práticas de Swásthya Yôga, atua como instrutora em empresas, academias e condomínios residenciais na cidade de São Paulo, além de ter ministrado aulas nos Estados Unidos entre 2007 e 2008 (Albuquerque/MN e Los Angeles/CA.

Suas aulas se destacam pela trilha musical – mais roqueira, menos indiana – talvez por isso Tati seja tão famosa entre roqueiros e afins: até tour com a banda da Pitty a moça já participou!

Além de todos os atributos, Tatiana é também a responsável pelo hambúrguer vegetariano do Z. Por isso, resolvemos batemos um papo com ela. Confira.

Tati

Tati, como surgiu essa parceria com o bar e desde quando está rolando?

Eu conheço o Tibira há um tempo. Na época em que estava montando o Z, alguém comentou que ele queria colocar opções vegetarianas no Cardápio. Foi quando levei umas amostras para experimentar.

Na época eu fazia hambúrguer de legumes ao curry, quinua e shitake. Ele acabou escolhendo o de shitake, e está no cardápio desde o começo.

O hambúrguer fez tanto sucesso, que quando eu quis parar de fazer, o Tibira me pediu para continuar fornecendo pelo menos para eles.

Então, atualmente, o Carniceria é o único lugar quem tem o hambúrguer Tournesol.

Como você criou a receita do hambúrguer?

Eu sentia falta de um hambúrguer vegan mais gostoso e não tinha. Foi aqui que eu, o Caius (meu sócio na época) e Rita Taraborelli, desenvolvemos as receitas.

Cite cinco músicas perfeitas para ouvir comendo seu burguer.

Musical Youth –  ’Pass the Dutchie’

Neil Young – ‘From Hank to Hendrix’

Cidadão Instigado- ‘Homem Velho’

Bright Eyes – ‘Four Winds’

Love of Lesbian – ‘Club De Fans De John Boy’

Quem quiser saber mais sobre Tati Ribeiro e a Tournesol, acesse o blog http://apenasvivamais.blogspot.com/2009/11/eu-e-tournesol.html

17 de janeiro de 2011

Parte 2 – Os 10 maiores artistas da história da música

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5. Chuck Berry – por Joe Perry

“Como vários guitarristas da minha geração, ouvi Chuck Berry pela primeira vez por causa dos Beatles e Rolling Stones. Fiquei tão encantado com a forma como os Beatles e Rolling Stones tocavam esse tipo de som, em faixas como ‘Roll Over Beethoven’ e ‘Around and Around’, que eu olhei sob os títulos das faixas e vi o nome de Chuck Berry.

Ao ouví-lo, realmente surtei, sabe quando um sentimento de emoção atinge a boca do estômago e na parte de trás da cabeça? Eu sinto mais isso com Chuck Berry do que com qualquer outro. O cara é um showman, apesar de sua música ser econômica, que leva o ritmo. É necessário um pouco de técnica, mas principalmente fraseado.”

4. The Rolling Stones – por Steven Van Zandt

“Os Rolling Stones são a minha vida. Como os Beatles, sua música era emocionante, mas eles eram estranhos. Os cabelos eram negligentes. As harmonias estavam um pouco fora. E eu não me lembro deles sorrindo para todo mundo. Eles tinham aquela atitude do R&B tradicionalista: ‘Nós não estamos no show business. Nós não somos a música pop’.

O sexo na voz de Mick Jagger era adulto. A aceitação de Jagger na rádio pop foi um marco no rock’n'roll. Foi algo completamente original: um artista branco fazê-lo da forma como os negros sempre fizeram. Elvis Presley fez, mas o seguinte foi Mick. Os riffs de Keith Richards eram melódicos e rítmicos. Há gerações de jovens que só conhecem o grupo de iconicamente. Não há nenhuma ligação com a música. Mas “Beggars Banquet”, “Let It Bleed”, “Sticky Fingers” e “Exile On Main Street” foi a maior série de álbuns da história. Tudo feito em três anos e meio.”

3. Elvis Presley – por Bono Vox

“Elvis mudou tudo – musicalmente, sexualmente, politicamente. Ele era um ícone de estilo dos anos 50, o que os anos 60 foram capazes de fazer e, então, de repente não mais. Nos anos 70 virou uma celebridade num esporte sangrento, mas é interessante, quanto mais ele caiu, mais divino ele se tornou para os seus fãs. Em suas últimas performances, com uma voz ainda maior do que o seu intestino, você chora lágrimas de verdade como o messias canta sua música, com o coração cansado, transformando cassino em templo.

Em Elvis, você tem o modelo para o rock’n'roll: A majestade – o gospel mais elevado. A lama – a lama Delta, o blues. Liberação sexual. Controvérsia. Mudar a forma como as pessoas se sentem sobre o mundo. Está tudo lá com Elvis. Alguns comentaristas dizem que foi o Exército, outros dizem que foi Hollywood ou Las Vegas, que quebrou o seu espírito. Mas você sabe, Elvis comeu a América antes da América comê-lo.”

2. Bob Dylan – por Robbie Robertson

“A primeira vez que ouvi Dylan, eu já estava em uma banda tocando rock’n'roll. Eu não conhecia muita música folk. Eu não estava na mesma velocidade sobre a diferença que ele estava fazendo como compositor. Eu me lembro de alguém tocando ‘Oxford Town’, do “Freewheelin’ Bob Dylan”, para mim. Eu pensei: ‘Há algo acontecendo aqui’. Sua voz parecia interessante para mim. Ele é um poderoso cantor e ator, com muitos personagens em sua voz. Eu podia ouvir a política nas primeiras músicas.

É muito emocionante ouvir alguém cantando de forma tão poderosa, com algo para dizer. Mas o que me impressiona é como a rua teve um efeito profundo sobre ele. Ele veio de Minessota para Nova York, se estabelecendo na estrada. Houve algo duro na forma como ele se aproximou de seus temas e os personagens em si. Essa foi uma rebelião, de certa forma, contra a pureza da música popular. “

1. The Beatles – por Elvis Costello

“Eu ouvi os Beatles pela primeira vez aos nove anos. Eles soaram como ninguém. Cada registro foi um choque quando saiu. Eles já tinham absorvido Buddy Holly, Everly Brothers e Chuck Berry, mas também escreviam suas próprias canções. John Lennon e Paul McCartney foram compositores excepcionais. Paul foi, e é, um músico verdadeiramente virtuoso, George Harrison não era o tipo de guitarrista com solos imprevisíveis, mas você pode cantar as melodias de quase todas as suas quebras. Elas sempre se encaixaram bem e de acordo.

Ringo Starr tocou bateria com uma sensação que ninguém pode copiar, embora muitos bateristas bem que tentaram, mas falharam. Acima de tudo, John e Paul foram cantores fantásticos. Eles tinham um padrão impressionantemente alto como escritores. Imagine lançar ‘Ask Me Why’ ou ‘Things She Said Today’ como lado B. Meus discos favoritos são “Rubber Soul” e “Revolver”. Em ambos os registros, você pode ouvir referências de R&B, Dylan e a psicodelia.”

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